quinta-feira, 28 de maio de 2009

Com Gritos me venho,
Com pensamentos me sinto,
Com alguns ideais me entretanho,
E para pensar neles não preciso de absinto.

Não preciso de Bebidas
Nem razões para Beber
Se tenho feridas, há que curá-las
Sem nada temer

Há que bater com o punho na mesa
E a minha opinão expressar
Lutar pela Liberdade
Uma Liberdade em que possa confiar!

Vomito as minhas regras
E regurgito as minhas leis
São fracas, estúpidas e pouco sinceras
Parece que vivemos no tempo dos reis

Dinastias queriam formar-se
Mas em nada eu deixei
Já ditaduras que eu procura-se
Em grande quantidade acharei

Quero gritar mais
E mais poder adquirir
Será assim tão dificil
Um pedido destes ouvir?

Quero perder os limites e as barreiras
E nadar até ao fim
Ver o Mundo de todos os ângulos
E se conseguir,
Ver por dentro de Mim.

Ver por dentro da masmorra onde estou inserido
Ver a cara do preso desconhecido
Que tanto fala e pensa
Mas todas as suas batalhas ficam suspensas

Suspensas pelo poder que ele não impede
Suspensas pelas regras que ele não percebe

Mas a acreditar na ruptura
E na descoberta doutros tipos de libertação
Me sento nesta secretária
E cedo os limites e leis a uma mão

A Mão de alguém que por cima de mim,
Perceberá qual o caminho indicado

Alguém que não é um Homem
Alguém... que não passa de alguém

HH - A liberdade é algo belo para lutar, mas não lutem com Deus pois Ele irá ganhar.