quarta-feira, 22 de abril de 2009

2009 DC e o que mudou...

E assim chegamos a um ponto comum de opiniões. O mundo está no seu fim. Perguntem a quem quiserem. Não se fiquem por livros, pela escola, pelo que vos metem na cabeça e pelo que a TV vos tenta dizer. Metam o pé na rua e perguntem mesmo ás pessoas!
As guerras continuam como á 500 anos atrás. As falsidades continuam a aparecer em cada uma das pessoas. A opressão continua e o povo continua a viver na miséria apesar de Salazar já ter saído á muito tempo. "Caiu da Cadeira" como ouvi dizer...
Enquanto a maioria dorme no metro, os congressistas têem Ferraris e casas com piscinas. Como sempre disse, evoluímos num ponto fulcral: aprendemos a intrujar tratados e a construir armas mais poderosas...

Mas mais uma vez, não se fiquem por mim...
Eu sou só um hipócrita, que neste momento escreve num blog na Internet, sentado numa cadeirinha confortável (não, esta cadeira não vai cair tão facilmente) num bairro minimamente problematico, mas pronto, ao menos tenho casa.
Como ia a dizer, é claro que o mundo está EXACTAMENTE igual, de facto, acho que vamos evoluindo aos poucos, mas de que nos serve dar um passo para a frente se, de repente, damos dois atrás?
Sinto que apesar de tudo, a maior injustiça é ter ministros que vivem da tristeza dos outros.
Para que nos esforçarmos a trabalhar, se do produto desse trabalho, 25% é para nós, enquanto os 75% restantes são divididos entre os varios directores de empresas e pelos governadores de estado? E é que mesmo assim, são divididos desonestamente, o que significa que nem entre gatunos existe alguma "honestidade".
Bem mas para que é que eu estou para aqui a escrever isto?
Metade da juventude que irá governar o país está muito ocupada a ver os morangos com açucar, e a jogar Counter Strike, do que a ouvir noticias e a saber como o mundo gira...
Tenho pena...

Peço desculpa pela falta de coerencia e de aprofundamento do tema... mas digamos que nestas alturas, a minha cabeça refila demais e formula menos...

Yin-Yang. O mal é necessario para que o bem se faça prevalecer. O equilibrio é o objectivo.